O objetivo é que pelo menos 30 representantes indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais (em sua maioria mulheres e jovens) sejam treinados em questões relevantes da agenda climática e estejam aptos a apoiar por meio de tradução simultânea ou consecutiva, durante os eventos da COP 30, que será realizada em novembro deste ano, em Belém, capital paraense. A capacitação deve incluir pelo menos 10 línguas indígenas mais comumente faladas na Amazônia brasileira.

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