“Os ODS da ONU (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) não são preocupação apenas para gestores ou lideranças. Nós que somos nortistas e prejudicados em diferentes esferas temos propriedade para falar sobre desigualdade, opressões, sobre recursos naturais, desafios da vida urbana, identidade e tantos outros aspectos resumidos em cada Objetivo. Conduzir os ODS para as obras não foi difícil para as artistas, pois são bandeiras que muitas já levantam em suas carreiras e desafios que elas vivem como amazônidas, mulheres, mães, filhas, empreendedoras, periféricas, pretas, gays, ativistas, cada uma com seu repertório”, explica Marta Cardoso, uma das curadoras e artistas envolvidas na exposição.

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