segunda-feira , 30 março 2026
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Índia pede justiça após ataque na Caxemira e tensão crescente com Paquistão


O ministro das Relações Exteriores da Índia afirmou ter dito a Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, que os autores do ataque na Caxemira na semana passada deveriam ser levados à Justiça.

Enquanto isso, os EUA tentam acalmar as tensões entre a Índia e Paquistão, dois países que possuem armas nucleares.

O governo americano pontuou que Rubio discutiu a situação entre as duas nações em ligações na quarta-feira (30), pedindo que ambos trabalhem juntos para “aliviar as tensões”.

Ele expressou apoio à Índia no combate ao extremismo e solicitou que o Paquistão coopere na investigação do ataque que matou 26 pessoas, informou o Departamento de Estado.

O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, afirmou em uma publicação no X que pontuou na reunião que “os autores, patrocinadores e planejadores” do ataque de 22 de abril “devem ser levados à Justiça”.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, instou os EUA a pressionarem a Índia a “reduzir a retórica e agir com responsabilidade”, de acordo com um comunicado de seu gabinete.

Entenda o ataque na Caxemira

Agressores atacaram um campo repleto de turistas na área de Pahalgam, na Caxemira, na semana passada.

Segundo relatos de autoridades e sobreviventes, eles separaram os homens, perguntaram seus nomes e atiraram em hindus à queima-roupa. Pelo menos 26 pessoas, a maioria turistas, foram mortas.

A Índia identificou os três agressores, incluindo dois cidadãos paquistaneses, e os classificou como “terroristas” que travam uma revolta violenta na Caxemira, de maioria muçulmana.

O Paquistão negou qualquer envolvimento e pediu uma investigação neutra.

A Caxemira, de maioria muçulmana, é reivindicada integralmente pela Índia, de maioria hindu, e pelo Paquistão islâmico, embora cada um controle apenas uma parte da região do Himalaia.

Os países travaram duas guerras pela Caxemira, e Nova Délhi acusa o Paquistão de apoiar e financiar uma revolta antigovernamental na Caxemira indiana que começou em 1989, mas agora diminuiu.

O governo paquistanês afirma que apenas oferece apoio diplomático e moral a uma demanda da Caxemira por autodeterminação.



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