“A gente se assusta quando percebe que estão nos perseguindo de novo. As grandes invasões que há por parte de garimpeiros e de outros que vêm, apesar do território ser demarcado e da gente manter isso em pé há 200 anos, tem esses grandes desafios pela frente, que não querem permitir que a gente possa mantê-la dessa forma. O que pra nós é uma coisa positiva porque foi ela que nos sustentou durante esses 200 anos, e com os indígenas nós aprendemos muito a defender a floresta e pretendemos continuar resistindo”, disse Daniel Souza.

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