“Quando uma pessoa recebe um órgão e deixa as sessões de hemodiálise ou sai de uma fila de espera, é uma vitória muito grande. Para isso acontecer, precisamos da captação. E sabemos que é um momento muito difícil para a família que está doando e que a decisão precisa ser tomada rapidamente. Mas, quando os familiares autorizam, é uma atitude bonita, que inspira a solidariedade. Mesmo com toda a dor que eles estão sentindo, decidem ajudar outras pessoas”, ressaltou o enfermeiro da Organização de Procura de Órgãos (OPO) Tapajós, Fábio Santos.

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