“Quando o poder público aposta no audiovisual, ele amplia não só a capacidade de produção, mas também o alcance das vozes que sempre estiveram presentes na Amazônia, mas por muito tempo foram pouco vistas e ouvidas. Hoje, Santarém abre espaços para que nossa gente fale sobre si, sobre sua cultura, sua luta e seu território. É um movimento que transforma e gera pertencimento”, observou.

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