quinta-feira , 2 abril 2026
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ONG Zoé realiza atendimentos de saúde em comunidade indígena e em Belterra, no oeste do Pará




Cirurgias de hérnia, vesícula e ginecológicas são realizadas por voluntários da ONG Zoé, em Belterra
Divulgação
A ONG Zoé realiza duas expedições de saúde – uma no Hospital Municipal de Belterra e outra na comunidade indígena Zo’é, em Óbidos, oeste do Pará. Ação conta com cerca de 40 voluntários e tem previsão de 1.500 atendimentos, entre cirurgias de hérnia, vesícula, ginecológicas e oftalmológicas. Os trabalhos começaram no dia 28 de novembro e se estendem por esta primeira semana de dezembro.
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Uma equipe formada por dois cirurgiões e um anestesista, acompanhados por um médico da Fundação Dieter Morszeck – embarcam em uma aeronave de pequeno porte rumo à comunidade dos indígenas Zo’é para realização de quatro cirurgias laparoscópicas de vesícula.
Para atendimento aos Zo’é, além da Fundação Dieter Morszeck, a ONG Zoé mantém parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).
“Retirar os indígenas de sua comunidade para um hospital em Santarém seria um choque cultural muito grande, além da exposição a doenças para as quais seu organismo não tem defesa. Por essa, razão, a melhor solução é levar todo o material necessário, inclusive, um carrinho de anestesia, para fazer as cirurgias na comunidade,” explicou o médico Marcelo Averbach.
Só neste ano, foram três expedições da Zoé à comunidade indígena.
O restante da equipe foi para o Hospital Municipal de Belterra, onde realiza cirurgias de vesícula, hérnia, ginecológicas e oftalmológicas, além de exames de imagem e atendimento de várias especialidades. Essa equipe retorna a São Paulo (SP) nos dias 6 e 7 de dezembro.
Expansão de atendimentos
A ONG paulistana Zoé termina o ano de 2025, celebrando o crescimento exponencial da instituição, que leva saúde especializada para regiões do estado do Pará – as comunidades ribeirinhas e indígenas de Belterra, Aveiro, Oeste de Santarém e Óbidos. Também atende a comunidade indígena Zo’e , que vive no norte do Pará, em uma área de densa floresta, na região entre os rios Cuminapanema e Erepecuru. São povos de contato recente e inspiraram o nome da ONG.
De janeiro a novembro de 2025, foram 7.861 atendimentos. Com os 1.500 atendimentos previsto para a expedição em Belterra e na comunidade indígena Zo’é, a ONG praticamente dobra o número de atendimentos em 2025 comparado a 2024.
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