A mostra reuniu descobertas, produções práticas e reflexões construídas durante meses de atividades. Os alunos vivenciaram um percurso de aprendizagem intenso, com experiências sensoriais que incluíram modelagem de peças em massinha e barro. Com orientação do arqueólogo Jefferson Paiva, na oficina de cerâmica, eles reproduziram artefatos históricos e conheceram técnicas ancestrais que marcaram as civilizações amazônicas. A partir da prática, os estudantes também aprofundaram debates sobre preservação, como o dilema envolvendo a Praça Rodrigues dos Santos, registrando opiniões e análises na plataforma Padlet.

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