Segundo Keké Bandeira, que assume a Curadoria e Acessibilidade do projeto, a exposição ainda busca mostrar que a cultura, a forma de viver, de se alimentar e de se locomover cabem na arquitetura de várzea, que faz um resgate às técnicas ribeirinhas e conhecimento ancestral que funde o tempo, o passado, o presente e o futuro.

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