O subcomandante da 1ª Cipamb, capitão Wanderson Queiroz, explicou que cada situação é analisada individualmente. Ele ressaltou que a polícia verifica se há água, alimentação e acompanhamento do dono antes de caracterizar maus-tratos. “Existe também realmente aqueles que vivem soltos pela rua, batidos e amarrados há muito tempo, que a própria população nos aciona”, afirmou.

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