Para Luciana Guedes, que integra a casa há cinco anos, o encontro busca desmistificar a visão externa sobre as religiões afrobrasileiras. “O terreiro é um território de memória e um espaço legítimo de saber. Nele, cultivamos o cuidado coletivo e o respeito às diferenças. Em um país historicamente racista, o ‘direito de crer’ não é apenas uma garantia constitucional, é uma luta diária pela sobrevivência física e espiritual”, afirmou a pesquisadora.

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