Ao contextualizar a proposta, a pesquisadora explicou que o trabalho nasceu da vivência no terreiro e do diálogo com os mais velhos da religião. “A pesquisa não foi eu comigo mesma, num quarto, no escritório, pensando numa pós-graduação para a minha vida. Mas foi na vivência, na convivência, dentro do espaço do terreiro”, afirmou.

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