Ao comentar o caso, Adenilson Soares reconheceu que a situação faz parte da rotina da função. “Faz parte do nosso trabalho, infelizmente. Vagabundo se acha no direito de bagunçar. E, com isso, a gente fazendo o nosso serviço, sofre essas ameaças, como na última operação que nós tivemos. Infelizmente, tivemos uma situação dessa, isso aí de forma alguma vai nos paralisar ou nos amedrontar”, declarou.

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