Em embargos de declaração apresentados à Justiça Federal em Santarém, o MPF apontou omissões na decisão que determinou a desobstrução das vias de acesso ao porto. Procuradores da República argumentam que a ordem não especifica os limites exatos das áreas sujeitas à desocupação, o que, segundo o órgão, impede que os manifestantes saibam onde poderiam permanecer.

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