“O fenômeno de terras caídas no Quilombo do Arapemã já ocasionou danos materiais expressivos, afetando moradias, bens das famílias, infraestrutura comunitária e áreas produtivas. Trata-se de um cenário de risco elevado e contínuo, que torna inviável a permanência da população nas áreas atingidas, sendo imprescindível a adoção de providências urgentes por parte do poder público”, concluiu Darlisson Maia.

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