A consultora em audiodescrição Andréa Simone Colares ressaltou que o recurso vai além da inclusão de pessoas cegas, beneficiando também pessoas com baixa visão, autistas, disléxicas e analfabetas. Segundo ela, a experiência proporcionada pela exposição foi transformadora até mesmo em sua atuação profissional. “Quando ouvi a audiodescrição ao mesmo tempo em que tocava as peças, consegui compreender melhor cada detalhe. Antes, eu conhecia esse recurso apenas na teoria, mas agora tive a oportunidade de vivenciá-lo na prática”, explicou.

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