“Para os trabalhadores do Aterro do Perema, repassamos orientações quanto à problemática do trabalho infantil e sobre outras violações de direitos. Reforçamos que as crianças e adolescentes devem estar na escola. Nessa ação, não encontramos nenhuma criança, ou adolescente no local e isso já é um grande avanço, mas nem por isso vamos deixar de orientar e de fazer visitas rotineiras”, explicou o coordenador da Aepeti Edinelson Sousa.

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