terça-feira , 31 março 2026
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Arábia Saudita acolhe chance de sediar negociações entre EUA e Ucrânia


A Arábia Saudita saudou nesta sexta-feira (7) a chance de sediar uma reunião entre os Estados Unidos e a Ucrânia na próxima semana, disse seu Ministério das Relações Exteriores, acrescentando que o reino continuaria a fazer o máximo para ajudar a acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na quinta-feira (6) que viajaria para a Arábia Saudita na segunda-feira (10) para uma reunião com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed Bin Salman, antes das negociações no final da semana com autoridades dos EUA.

Uma breve declaração do Ministério das Relações Exteriores saudita disse que as negociações EUA-Ucrânia seriam realizadas na cidade de Jeddah, no Mar Vermelho.

“O Ministério das Relações Exteriores confirma os esforços contínuos do reino para alcançar uma paz duradoura para acabar com a crise ucraniana.”

O enviado especial do presidente dos EUA, Donald Trump, para o Oriente Médio, Steve Witkoff, também disse que estava em discussões com a Ucrânia para uma estrutura de acordo para acabar com a guerra de três anos com a Rússia, e uma reunião foi planejada para a próxima semana com os ucranianos na Arábia Saudita.

Em fevereiro, Riad sediou uma reunião entre autoridades dos EUA e da Rússia para discutir maneiras de interromper o conflito mais mortal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A Ucrânia não foi incluída nessas negociações, levantando preocupações em Kiev e entre seus aliados europeus.

Zelensky se encontrou com Trump na Casa Branca em 28 de fevereiro, mas o encontro terminou em um bate-boca na frente da mídia mundial sobre suas abordagens para a pacificação.

Dias após a reunião, Trump interrompeu a ajuda militar à Ucrânia, bem como o compartilhamento de inteligência com Kiev.

Nesta sexta-feira (7), as forças russas danificaram a infraestrutura de energia e gás da Ucrânia em seu primeiro grande ataque com mísseis desde a ação de Trump, aumentando a pressão sobre Kiev para aceitar um fim rápido para a guerra buscada pelo presidente dos EUA.



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