A denúncia foi recebida em maio de 2025. Em audiência realizada em 11 de julho, seis testemunhas foram ouvidas, e o réu optou por permanecer em silêncio. A Defensoria Pública pediu a impronúncia, alegando insuficiência de provas, mas o juiz Flávio Oliveira Lauande decidiu pela pronúncia do acusado, determinando que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri.

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