A ação integra a política estadual de inclusão social e mobilidade, e, segundo o Detran, tem como objetivo garantir mais autonomia, dignidade e acesso a serviços essenciais para essas mulheres. A diretora-geral do órgão, Renata Coelho, que também é mãe atípica, afirmou que o programa “não é um privilégio, mas uma ferramenta de dignidade”.

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