De acordo com a bióloga e agente do ICMBio responsável pela guarda do peixe-boi, Brena Cunha, o mamífero está sendo mantido em uma ação emergencial até que ele seja devidamente destinado a um centro especializado no manejo da espécie. “A situação demanda urgência, uma vez que um filhote da espécie depende de amamentação e cuidado parental até mais de dois anos de idade e, por ter sido encontrado órfão, poderia vir a óbito. Estamos alimentando-o e mantendo vigilância constante, porque é um animal bastante sensível, não à toa sua condição de risco de extinção”, explicou.

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