Durante o encontro, os moradores relataram impactos ambientais significativos, como seca de igarapés, mortandade de peixes, deposição de sedimentos nas margens, alterações nos ambientes aquáticos utilizados para pesca e abalos em residências durante a operação das dragas. Eles também apontaram dificuldades em relação aos critérios de compensação, inclusão de novos beneficiários e respostas a ofícios enviados à mineradora responsável, além de indicar que o acordo firmado em 2023 não contempla adequadamente a realidade atual.

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