As barquinhas são feitas a partir de balões entregues aos alunos, que, com criatividade e dedicação, transformaram o material em ícones religiosos. Após finalizadas, as estruturas ganham uma vela e serão fixadas na vegetação da margem do rio, a chamada “Aninga”. Ao anoitecer, milhares de pontos de luz flutuarão, refletindo nas águas e criando um cenário mágico que remete a uma cidade flutuante aproximando-se do porto — uma das imagens mais simbólicas e emocionantes da festividade.

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