“Um evento como esse traz para a prateleira e para a visibilidade negócios de impacto extremamente importantes, pessoas talentosas, pessoas guerreiras. O empreendedor de periferia e de favela, ele já nasce guerreiro e ele é empreendedor por uma questão de sobrevivência. Depois ele começa a entender que existe a linguagem business, a linguagem do empreendedorismo. E aí as coisas vão se expandindo. Então a sociedade brasileira, a sociedade paraense, precisa entender que favela não é carência, favela é potência.”

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