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Hospitais israelenses se preparam para receber reféns libertados


O Exército israelense disse neste sábado (18) que havia concluído os preparativos para receber reféns que devem ser libertados da Faixa de Gaza sob os termos de um acordo de cessar-fogo que entrará em vigor neste domingo (19).

Os esforços foram coordenados pelo Exército israelense, o Ministério da Saúde, ministérios governamentais adicionais e autoridades de segurança, que se prepararam para receber os reféns em seu retorno a Israel com “cuidados profissionais e ideais e para fornecer a eles todo o suporte necessário”, disse uma declaração emitida pelas forças de Israel.

O hospital Beilinson em Petah Tikva também preparou uma ala especial para o cuidado dos reféns em sua chegada.

Israel aprovou um acordo de cessar-fogo com o Hamas neste sábado, no horário local, que envolve a libertação de reféns mantidos pelo grupo apoiado pelo Irã na Faixa de Gaza.

O acordo de três fases deve interromper uma guerra de 15 meses entre Israel e o Hamas, que dizimou a Faixa de Gaza, matou milhares de palestinos e desestabilizou o Oriente Médio.

O cessar-fogo em Gaza deve entrar em vigor às 3h30 da manhã, no horário de Brasília, neste domingo. A Casa Branca espera que três reféns sejam soltas para Israel à tarde, no horário local, pela Cruz Vermelha.

Espera-se que 33 dos 98 reféns israelenses restantes, incluindo mulheres, crianças, homens com mais de 50 anos e prisioneiros doentes e feridos, sejam libertados na primeira fase do cessar-fogo. Em troca, Israel deve libertar quase 2.000 palestinos de suas prisões.

Entenda o conflito na Faixa de Gaza

Israel realiza intensos ataques aéreos na Faixa de Gaza desde 2023, após o Hamas ter invadido o país e matado 1.200 pessoas, segundo contagens israelenses. Além disso, o grupo radical mantém dezenas de reféns.

O Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu diversas vezes destruir as capacidades militares do Hamas e recuperar as pessoas detidas em Gaza.

Além da ofensiva aérea, o Exército de Israel faz incursões terrestres no território palestino. Isso fez com que grande parte da população de Gaza fosse deslocada.

A ONU e diversas instituições humanitárias alertaram para uma situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza, com falta de alimentos, medicamentos e disseminação de doenças.



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