Segundo o promotor de Justiça Vinicius Domingues Maciel, o estabelecimento operava como casa de festas emitindo som em volume excessivo, sem isolamento acústico e em horários incompatíveis com o sossego público, prejudicando especialmente idosos, crianças e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Além do barulho, foram relatados problemas de segurança e conflitos na área.

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