“Eventos como esse buscam exatamente essa escuta ativa das pessoas, marcar o simbolismo de momentos como esse, mas também promover a prestação de serviços jurídicos relacionados às temáticas da violação dos direitos da comunidade LGBTIA+, principalmente a comunidade trans que a gente sabe que são os mais vulnerabilizados”, disse a Procuradora do Ministério Público, Bárbara Baracho.

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