De acordo com o gerente de Construção de Alta Tensão da distribuidora de energia, Diego Erdmann, a obra é um grande desafio de engenharia, exigindo planejamento e soluções inovadoras por estar no interior da floresta amazônica. Ele destaca que até a fabricação do cabo, de uso de uma tecnologia pioneira no Brasil, levou mais de um ano e que o projeto superou muitos obstáculos de forma sustentável, representando um avanço importante para o desenvolvimento do Oeste do Pará.

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