“Nem todas tinham contato com câmeras profissionais, muitas produziam seus vídeos apenas com o celular. Então, elas puderam compreender novas nuances do audiovisual, experimentar linguagens, entender iluminação, direção de fotografia e até precificação do próprio trabalho. Cada uma encontrou seu lugar dentro desse universo”, explicou Joyce Viana, idealizadora e coordenadora do projeto.

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