“Fizemos diversas visitas em escolas da zona rural, e constatamos que infelizmente vivemos uma realidade de falta de estrutura tanto técnica quanto hídrica. Percebemos escolas sem energia, sem banheiros com o mínimo de salubridade possível. E obedecendo ao convite do CNMP, iremos a partir dessas fiscalização iniciar todos os trâmites necessários, seja extrajudiciais, seja judiciais, para que junto com a municipalidade e com o judiciário, a gente possa tentar angariar valores para que melhoremos as condições para nossa crianças e adolescentes”, disse o promotor.

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