“Pode não ter morrido, mas há grandes chances de sofrer com prejuízos físicos, morais, sociais e psicológicos”, rebate ela. A criança que trabalha, acrescenta a procuradora, “cresce pensando que aquilo é o que a define. Isso leva a transtornos de ansiedade, baixa autoestima, sentimento de abandono e sofrimento”, completou.

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