Inspirado nos rios, na vegetação e nos saberes tradicionais da Amazônia, a montagem conduz o público por uma experiência que une elementos de teatro, poesia, memórias, sons e aromas. Em cena, a personagem Majé ganha vida como uma curandeira ligada à natureza e à ancestralidade, trazendo uma narrativa de reflexão sobre a preservação do território e a transmissão de conhecimentos entre gerações.

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